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Maria, Mãe da Igreja: entenda o significado dessa memória celebrada pela Igreja

Logo após a Solenidade de Pentecostes, a Igreja celebra a Memória de Maria, Mãe da Igreja. Esta festa litúrgica foi instituída pelo Papa Francisco em 2018, por meio de um decreto da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. A celebração acontece sempre na segunda-feira seguinte ao domingo de Pentecostes, sublinhando a íntima ligação entre Maria e o nascimento da Igreja.

A escolha desta data não é por acaso: no Cenáculo, Maria estava reunida com os discípulos quando o Espírito Santo foi derramado sobre eles (cf. At 1,14; 2,1-4). Sua presença ali não é apenas maternal, mas também eclesial. Ela, que gerou o Corpo de Cristo, acompanha agora o nascimento do seu Corpo Místico: a Igreja.

O título "Mãe da Igreja" não é novo: já era usado por santos e teólogos ao longo dos séculos, e foi proclamado oficialmente pelo Papa São Paulo VI durante o Concílio Vaticano II, em 1964. No entanto, foi o Papa Francisco que quis que essa verdade de fé fosse celebrada liturgicamente por toda a Igreja universal, reforçando o papel maternal de Maria na vida do povo cristão.

Celebrar Maria como Mãe da Igreja é reconhecer que ela continua intercedendo por nós junto ao seu Filho, guiando a comunidade cristã com ternura, acolhimento e firmeza na fé. É também um convite para que, como ela, sejamos discípulos missionários, fiéis ao Espírito e comprometidos com a comunhão.

 
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