Jovens da Paróquia São Francisco de Assis participaram do Genfest, evento internacional do Movimento Focolares. O encontro aconteceu entre os dias 19 e 21 de julho no Santuário Nacional em Aparecida (SP). O grupo com os sete jovens foi acompanhado pelo pároco, Pe.Alex Almeida.
O Genfest acontece a cada seis anos em nível internacional e pela primeira vez aconteceu no Brasil com o tema “Juntos para Cuidar”, reuniu jovens de diferentes convicções, etnias e culturas para promover a unidade e a fraternidade Esta edição reuniu cerca de seis mil jovens de mais de cinquenta países.
Para o jovem Rafael Silva, que participou pela primeira vez do evento o Genfest ajudou a aumentar sua percepção de vida cristã “O Genfest 2024 contribuiu para que eu pudesse enxergar fora da caixa, ver que minha vida como Cristão não pode se prender apenas nas paredes da Igreja, existe um mundo aí fora que precisa do nosso primeiro passo”, disse.
Ele também destacou que ver jovens de tantas nações reunidas recordou a experiência de pentecostes, onde todos se entendiam “No encontro com jovens de 53 países, me faz recordar o Pentecostes, onde várias nações estavam reunidas e todos pela Graça do Espírito Santo se entendiam. No Genfest não foi diferente, mesmo com as variações de idiomas todo se entendiam em um único objetivo, juntos para cuidar. A ideia de um mundo mais unido era parte do centro que é Cristo, mas que nos mostra que não basta apenas a oração, mas tem que ter também a ação, ações essas que podem acontecer em diversos ambientes e de diversas maneiras como o cuidado com a casa comum, na política e nas artes em gerais”, destacou.
Inspirado pelos ensinamentos de Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares, o evento teve como objetivo concretizar a visão de um mundo mais unido, motivado pela oração de Jesus: “Que todos sejam um”. (cf. João 17, 21-23).
Para o jovem Rafael Silva, que participou pela primeira vez do evento o Genfest ajudou a aumentar sua percepção de vida cristã “O Genfest 2024 contribuiu para que eu pudesse enxergar fora da caixa, ver que minha vida como Cristão não pode se prender apenas nas paredes da Igreja, existe um mundo aí fora que precisa do nosso primeiro passo”, disse.
Ele também destacou que ver jovens de tantas nações reunidas recordou a experiência de pentecostes, onde todos se entendiam “No encontro com jovens de 53 países, me faz recordar o Pentecostes, onde várias nações estavam reunidas e todos pela Graça do Espírito Santo se entendiam. No Genfest não foi diferente, mesmo com as variações de idiomas todo se entendiam em um único objetivo, juntos para cuidar. A ideia de um mundo mais unido era parte do centro que é Cristo, mas que nos mostra que não basta apenas a oração, mas tem que ter também a ação, ações essas que podem acontecer em diversos ambientes e de diversas maneiras como o cuidado com a casa comum, na política e nas artes em gerais”, destacou.



