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A pouco menos de um ano de seu início, os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Rio de Janeiro estão intensos. O evento acontecerá entre os dias 23 e 28 de julho de 2013. De segunda, 9, a domingo, 15, as ruas da capital carioca serão palco da 4ª missão de evangelização 'Talitha kumi', expressão hebraica que significa “Jovem, levanta-te”, que traz o mesmo lema da Jornada: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações" (Mt 28,19). Promovido pela Comunidade Aliança de Misericórdia, o trabalho de evangelização conta com a participação de aproximadamente 350 missionários católicos, que prometem mostrar a alegria do jovem que escolhe ter a sua vida pautada na Pessoa e no Evangelho de Jesus Cristo. O ápice da missão será a celebração litúrgica na sexta-feira, 13, presidida pelo arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta. Na Itália, os jovens católicos também se preparam. O Serviço Nacional para a Pastoral Juvenil elaborou uma série de subsídios dirigidos a todos, sejam os que seguirão o Papa no Rio de janeiro, como os que acompanharão a Jornada a partir da Itália. São textos, imagens, links e vídeos, um para cada mês, num percurso mensal que durará um ano. Tudo foi concebido pensando no tema da JMJ e no Ano da Fé, com as indicações do Motu Proprio “Porta Fidei”. O subsídio aconselha e sugere promover “encontros mensais em lugares diferentes dos habituais: paróquias distantes, nos confins da diocese, casas religiosas, escolas, espaços leigos, segundo as oportunidades. No site italiano (www.gmgrio2013.it) pode-se ver um esquema para a oração comunitária das segundas sextas-feiras do mês, que acompanha, em todo o mundo, a preparação da JMJ. As inscrições para a Jornada serão abertas oficialmente em fins de julho, e como já é costume, serão recebidas pelos encarregados diocesanos de pastoral juvenil. De 11 a 18 de julho, uma delegação da Conferência Episcopal Italiana estará no Rio para encontrar o Comitê Organizador Local (COL) e concordar a colocação logística da participação italiana.  
No dia de Pentecostes, o Espírito desceu sobre os apóstolos e os primeiros discípulos, mostrando, com sinais externos, a vivificação da Igreja fundada por Cristo. “A missão de Cristo e do Espírito se converte na missão da Igreja, enviada para anunciar e difundir o mistério da comunhão trinitária” (Compêndio,144). O Paráclito faz o mundo entrar nos “últimos tempos”, no tempo da Igreja.  A animação da Igreja pelo Espírito Santo garante que se aprofunde, conserve-se, sempre vivo e sem perda, tudo o que Cristo disse e ensinou nos dias em que viveu na Terra, até Sua ascensão; além disso, pela celebração-administração dos sacramentos, o Espírito santifica a Igreja e os fiéis, fazendo com que ela continue sempre a levar as almas a Deus.  A missão do Filho e a do Espírito Santo são inseparáveis, porque, na Trindade indivisível, o Filho e o Espírito são distintos, mas inseparáveis.Com efeito, desde o princípio até o fim dos tempos, quando Deus envia Seu Filho, envia também Seu Espírito, que nos une a Cristo na fé, a fim de que possamos, como filhos adotivos, chamar a Deus de ‘Pai’ (Rm 8, 15).O Espírito é invisível, mas nós o conhecemos por meio de Sua ação, quando nos revela o Verbo e quando atua na Igreja” (Compêndio, 137). 

Texto por Miguel de Salis Amaral

Publicado em 09/07/2012 às 19:13

 
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