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Dizimista é um cristão comprometido

Jesus é o esposo da Igreja. “Ele amou a Igreja e se entregou porela” (Ef 5, 25). Todo discípulo fiel a Jesus Cristo ama também a sua Igreja e se compromete com ela, pois nós amamos de verdade quando  estamos  dispostos  a  nos  comprometer  com  a  pessoa amada. Amor sem compromisso não é amor verdadeiro. O namorado ou a namorada que querem viver um namoro permanente e se recusam a assumir o compromisso do casamento, não se amam de verdade, e talvez sejam meros aproveitadores querendo usufruir do parceiro ou da parceira.

O  mesmo  acontece  com  o  cristão  que  vive  na  Igreja,  participa assiduamente das celebrações religiosas, se entusiasma com as mais variadas manifestações de fé, até contribui ocasionalmente para as necessidades da comunidade, mas não assume a Igreja como sua família, como sua comunidade de fé e vida, consciente de ser membro deste corpo, e não se compromete definitivamente, não partilha de suas preocupações e de suas necessidades. Este cristão é um eterno namorado, aproveitando de tudo o que a Igreja lhe oferece para sua necessidade espiritual, mas está longe de assumir a Igreja como esposa, a exemplo de Jesus Cristo. 

O que nós denominamos “Dízimo” na Igreja católica é exatamente a expressão de compromisso concreto assumido com ela. É o sinal de que nossa fé e nossa adesão a Jesus Cristo não ficam apenas na esfera do sentimento. 

Por trás do Dízimo, um simples gesto de partilha, está a fonte que move toda a vida e as atitudes do verdadeiro cristão: conversão do coração, amor que se doa, disponibilidade, espírito de serviço. O dízimo é um termômetro que mede a verdade e o grau de fé dos cristãos.

Domênico Rossi 
Meac Dias D´Ávila

 
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